• Fabrício Proença

A fronteira do Sistema Solar

Atualizado: 28 de Nov de 2020

Quase no limite do sistema solar existe uma faixa de corpos celestes gelados, cujo diâmetro nunca excede o da Lua, chamada de Cinturão de Kuiper.

Batizada assim em homenagem ao astrônomo Gerard Kuiper, essa região conta com milhares de objetos transnetunianos girando em torno do sol em órbitas excêntricas. Entre eles estão Plutão, nosso conhecido ex-planeta, e Éris, o mais distante de todos.

Também chamados de KBOs (Kuiper Belt Objects), esses objetos são grandes fragmentos de gelo ou rocha constituídos por metano, amônia e água.

O tamanho desses objetos é muito variável. Existem corpos de 100 km enquanto outros chegam a ter mais de 1.000 km de diâmetro. Alguns dos maiores são atualmente classificados como planetas-anões, tais como Plutão, Éris, Haumea e Makemake.


É possível que existam cerca de 100 mil objetos circulando nessa faixa, cuja distância máxima do Sol é de aproximadamente 100 UA (unidades astronômicas), o que equivale a 15 bilhões de quilômetros.


Acredita-se que o Cinturão de Kuiper tenha se originado a partir de restos da formação de nosso sistema solar.


Por Fabrício Proença

Biólogo e professor de Ciências


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